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Nada de chapéu!

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___Em uma cena divertida do desenho Os Incríveis, Edna E. Moda e o Senhor Incrível discutem sobre um novo uniforme de super-herói. Empolgado, ele diz:
___– É… Uma roupa clássica que nem a do Dinamite! Oooo… Ele tinha uma roupa legal. A capa e as botas…
___Quando a estilista o interrompe, jogando um papel na cara do herói e dizendo categórica: “Nada de capa!”. O Senhor Incrível tenta argumentar, mas Edna é inflexível e, para fortalecer a sua decisão, fornece vários exemplos de heróis que morreram por conta da capa. Vejam abaixo (até 1’41”).


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Tango, por Cris Vector

___Um adereço muito comum utilizado por dançarinos, principalmente em coreografias, é o chapéu. Até aí, nada de errado. O problema é que, obviamente, o chapéu tem chance de cair no meio da dança e isso desconcentra os dançarinos, atrapalha a performance e afins. Só para mostrar um par de exemplos, é possível ver naquela coreografia dos Irmãos Mario – que eu citei por aqui – o cavalheiro esquecendo a dama (de 44” a 48”) por conta do chapéu que caiu. Ou, como é possível perceber facilmente na salsa abaixo, mais de uma vez os dançarinos perderam o prumo ou saíram de formação por conta do adereço de cabeça.

___Não sou tão exagerado em relação aos chapeis quanto a Edna Moda em relação às capas. A cobertura na cabeça pode combinar com o que está sendo dançado, pode tornar a performance mais interessante, mas, se caiu, o dançarino tem de lembrar: o chapéu não é o ponto principal da dança, ignore-o. A não ser, é claro, que o dançarino tenha a desenvoltura de Arjay Centeno:


Link do vídeo.

One Comment

  1. Conexões indiscutíveis. Texto ótimo! O segundo vídeo de dança é perfeito, muito bom!!!

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